Me perguntaram do que eu tinha medo e sorri em resposta, eu tenho medo de mim, tenho medo de amar demais e tentar uma coisa que ninguém vê, de ser idiota o suficiente pra ainda tentar, tenho medo desse meu jeito errado, que não dá certo com ninguém. Eu tenho medo de ser o que os outros querem e nunca poder ser eu mesmo, eu tenho medo do menino aqui dentro que ninguém escuta, que eu tento manter dormindo, mas que chora. Eu tenho medo de ir e não voltar mais, de procurar o caminho e me perder, eu não tenho medo de ficar sozinho, eu tenho medo de não ter ninguém, nem dentro, de sentir frio no peito em dia de calor, de não sentir aquela agitação de quando se escuta o nome de certo alguém, tenho medo de calar, mas ninguém quer ouvir, um dia eu canso também e me mando calar a boca, é, tenho medo.

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Sou dela.

Sou dela, mesmo que nunca tenha tocado sua pele, me pertenço inteiro, sou sorrisos, lágrimas e insensatez, sou confusão e ainda assim é tudo dela, ela que está presente na minha coragem de ir adiante e no medo de que ela possa não estar presente, sou inteiro de alguém, alguém que me faz sorrir sem dizer uma palavra e ainda assim parece ter me dito tanto, sou dela em todas as músicas que são nossas e não canto, guardo no peito, bem no fundo, nosso segredo. É difícil amar assim, sem se pertencer e ainda manter um controle impossível no que depende de outra pessoa pra agir, talvez seja o coração como as pessoas dizem, ou talvez seja tudo, respiração, cérebro, pele… tudo que me faz parar a qualquer a hora pra sentir sua falta, sentir sua presença e sentir raiva de cada segundo que queria te beijar e não posso, de cada segundo que queria te falar o quanto te amo e me calo. Acho que tudo a minha volta pertence a ela e tenho respirado fundo pra me manter sã, pra me manter presente onde ela não está, pra me acalmar quando eu queria aquelas mãos afagando minha pele, tenho me mantido calmo e isso me toma muito mais força do que aparento. Amar me deixa fraco, me consome inteiro e ainda assim quero amar mais, sentir mais, quero ela, quero cada sonho que tivemos, cada palavra que ainda não pronunciamos, preciso do nosso jeito, de quem pertenço, sou como um pássaro que volta pra casa, que espera o encontro, vez ou outra cansado, com medo de estar diferente, mas ainda esperando, ainda certo de que é lá, onde pertence que estará completo. Eu moro em você, em cada pedaço de ti, em cada verso que escrevo, em cada sorriso, eu moro em seu olhos que não vi, em sua pele que não toquei, eu te pertenço, por escolha, ou talvez destino, por amor de uma vida, por tanto que eu não sei explicar, por sentir sua falta onde nunca esteve, sou seu e espero que me tome, que me chame, que me tenha, pra ser completo outra vez.

Sem mais nem menos, sem querer nada em troca, apenas por amor, esse texto é para ela, a minha menina, na qual eu pertenço.

Ciúmes do caralho

O medo fica em meus pensamentos e meus sentimentos, constantemente. Sabe, eu sou maduro, e sei encarar a maioria das dificuldades muito bem, mas existe um ponto fraco… existe uma parte de mim, que não pode te ver ao lado de outro garoto, ou simplismente ver qualquer frase fofa que você diz pra ele que já me mata de ciumes. Existe um lado, que não pode nem pensar em te perder, que automaticamente as lagrimas começam a escorrer pelo meu rosto. Não é bobagem, e nem drama, é só que pessoas importantes pra mim, como você, muitas delas chegam, marcam a minha vida, e depois somem, e simplesmente esquecem de mim. Eu só quero que seja diferente contigo. Porque é você que me encanta, e me faz feliz. Teu sorriso ( vejo em sonhos ), tuas palavras, teu jeito, tudo em você ilumina meus dias mais escuros, por favor, entenda… Eu não quero você. Eu preciso de você e eu sempre vou sentir ciúmes. Você entendendo ou não, tendo motivos pra isso ou não. Isso é porque eu te amo e eu tenho medo de te perder. Entenda isso.